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Hellboy - A Capela de Moloch e O Vigarista
A Mythos Editora apresenta mais uma grande edição especial do Hellboy, o fantástico herói criado pelo premiado escritor e artista Mike Mignola. Nas 124 páginas desta publicação, reunimos três histórias inéditas lançadas nos Estados Unidos em 2008: A Capela de Moloch, O Vigarista e A Verruga.
Em A Capela de Moloch, Mike Mignola – que desde 2005 não desenhava uma aventura completa –, leva Hellboy a uma vila isolada de Portugal, a fim de investigar um artista cujas pinturas são inspiradas por algo bem menos adorável do que uma bela musa.
Montes Apalaches, 1958. O Detetive Sobrenatural tenta salvar Tom, um atormentado homem que na juventude se envolveu com magia negra. O erro de adolescente custou-lhe a alma, e agora Tom é perseguido por um implacável demônio de notória avareza. Este é o enredo de O Vigarista, o principal destaque deste especial. Nessa macabra aventura, Mignola repete a aclamada parceria com o consagrado desenhista e mestre do horror Richard Corben (Hellboyâ„¢: Makoma). E o resultado não poderia ser melhor. Publicada originalmente em três edições – e na Ãntegra nesta coletânea –, a história foi eleita a melhor minissérie de 2008 e contemplada com o Prêmio Eisner, o Oscar dos quadrinhos.
Para encerrar em alto nÃvel, temos ainda um pequeno bônus: a aventura curta A Verruga, na qual Mignola e o sensacional desenhista Duncan Fegredo (Hellboyâ„¢: O Clamor das Trevas) fazem uma surreal visita aos pesadelos do Hellboy.
Super-Heróis no Cinema e nos Longa-metragens da TV
Super-Heróis no cinema e nos longas-metragens da TV reúne informações dos filmes – e dos quadrinhos que deram origem a essas produções – em um trabalho voltado tanto para fãs de HQs quanto de cinema. Afinal, as duas linguagens emprestam elementos uma da outra há décadas, numa relação que, longe de terminar, se torna mais próxima e lucrativa a cada ano. O jornalista André Morelli, redator e crÃtico de cinema oficial da revista Mundo dos Super-Heróis, teve o privilégio e a responsabilidade de tocar esse projeto. No primeiro momento, ficou assustado com o tamanho da encrenca. Mas logo deixou suas preocupações de lado e, como qualquer cinéfilo, se divertiu revendo filmes de que gostava, descobrindo produções obscuras e se impressionando com a falta de bom senso de certas adaptações. O resultado é um trabalho muito criativo, com mais de 150 filmes resenhados. Tudo acompanhado por mais de 1.000 fotos que mostram um pouco de cada produção. Pegue seu balde de pipoca, se ajeite na cadeira e boa leitura.
Jubiabá
Jubiabá, romance de Jorge Amado escrito entre 1934 e 1935, tem como protagonista Antônio BalduÃno, menino pobre nascido no morro do Capa-Negro, em Salvador. Ao longo do romance, acompanhamos as diferentes fases de sua vida: quando vivia nas ruas, ainda criança, cometendo pequenos delitos, agregado na casa de um comendador, malandro, boxeador, trabalhador nas plantações de fumo, artista de circo e estivador. Qualificado de magnÃfico por Albert Camus, Jubiabá foi adaptado para o cinema por Nelson Pereira dos Santos, para o teatro, rádio e televisão, e ganha agora uma versão em quadrinhos por Spacca, um dos maiores artistas das HQs nacionais.
Para contar essas aventuras, o cartunista usa todo o seu poder de sÃntese: tanto as imagens como o texto são altamente informativos.
Além de estudar profundamente o romance, o cartunista se baseou num extenso material sobre a Salvador de antigamente: livros de arte, de fotos, mapas e também outras obras de Jorge Amado. Spacca viajou ainda a Salvador, onde consultou a Fundação Gregório de Matos sobre aspectos da Salvador dos anos 20. Segundo ele, o trabalho todo levou cerca de um ano e meio: seis meses para pesquisa, escrita do roteiro e desenvolvimento dos personagens e um ano para desenhar e colorir. Como resultado dessa empreitada, o leitor tem nas mãos uma obra fiel ao romance de Jorge Amado, mas perfeitamente adaptada ao ritmo ágil das histórias em quadrinhos.
Traços Ideogramáticos na Linguagem dos Animes
O livro tem como objetivo mostrar os princÃpios ideogramáticos na construção da linguagem dos animes.
Definiu-se como universo de análise seis obras, compreendendo o perÃodo dos anos 60 à primeira década de 2000, a saber: “Ribon no Kishi” (A Princesa e o Cavaleiro), “Kidou Senshi Gundam” (Móbile Suit Gundam), “Saint Seiya” (Cavaleiros do ZodÃaco), “Ranma ½”; “Shin Seiki Evangelion” (Neon Genesis Evangelion) e “Sen to Chihiro no Kamikakushi” (A Viagem de Chihiro).
Para isso, a trajetória de pesquisa baseou-se em elaborar uma lista dos principais desenhos japoneses com a finalidade de encontrar os animês mais importantes historicamente e já consagrados como grandes fenômenos de audiência.
PatrÃcia M. Borges é a autora do livro. Ela é doutora em Comunicação e Semiótica pela PontifÃcia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP e mestre em Educação Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Pacote Dylan Dog (edições 1 a 5)
Esta é uma das histórias em quadrinhos mais famosas da Itália e conta a história do Detetive do Pesadelo. Ele vive em Londres, tem um assistente chamado Grouxo e resolve os casos mais bizarros, numa mistura de terror, ação e muito bom humor. O herói foi criado em 1985, pelo roteirista Tiziano Sclavi para a Sergio Bonelli Editore, e ao ser publicado em 1986, logo foi aclamado pela crÃtica e pelo público, chegando a vender 1 milhão de exemplares por mês. Este é o primeiro número de uma coleção fechada em seis ediçõees, com algumas das melhores histórias publicadas até hoje.
Esta série em seis números de Dylan Dog tem capa desenhada por um grande artista americano chamado Mike Mignola, criador do HellBoy. Trata-se de uma tentativa de aproximar Dylan Dog do publico norte americano.
Pacote com cinco edições de Dylan Dog, publicado pela Conrad Editora.
Sigmund Freud
Utilizando-se da interação magistral entre o texto e as ilustrações, Ralph Steadman transforma os acontecimentos mais significativos da vida do gênio da psiquiatria em situações tÃpicas de anedotas, baseando-se nas técnicas de chiste do livro do próprio Freud,. O resultado é um festival fantástico, cheio de trocadilhos e jogos visuais e verbais, percepções inesperadas e puro prazer intelectual. Um deleite para os fãs tanto de Freud, quanto de Steadman.
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